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Agenda Infantil: Programação para crianças em Brasília

Site mostra quanto tempo de sono é perdido na maternidade

 

Você consegue se lembrar do último dia em que você dormiu o suficiente? Pois é, é uma memória distante para os pais de crianças pequenas. Embora a paternidade seja maravilhosa, perdemos muitos momentos de descanso. Perdemos as contas… até agora!

Descobrimos uma calculadora que mostra a quantidade exata de sono que deixamos de dormir depois que temos filhos. O cálculo é feito de acordo com a idade dos filhos. Os pais de uma criança de um ano e meio, por exemplo, perderam 4 meses de sono! Dá para acreditar? São 108 dias!

A boa notícia? Todas essas horas de tempo perdidas valem totalmente.Ser pai é incrível, mesmo que esteja exaustivo.

Acesse a calculadora: https://www.hillarys.co.uk/static/loss-sleep-calculator-for-parents/


Fonte: https://www.paisefilhos.com.br/pais/perde-aqui-ganha-ali-site-mostra-quanto-tempo-de-sono-e-perdido-na-maternidade/?offset=562

 

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Câncer: previna-se dessa doença que mata milhões de pessoas todos os anos

Não é por menos que existem várias datas relacionadas ao combate ao câncer, já que essa doença é responsável pela morte de milhões de pessoas todos os anos. Apesar de fatal, há formas de câncer que podem ser evitadas por meio de pequenas mudanças de hábitos e atitudes. Por exemplo, a simples a ingestão de determinados alimentos já ajuda enormemente na prevenção de algumas formas de câncer. O uso da camisinha em relações sexuais quase que aniquila a chance da mulher desenvolver câncer de colo do útero, já que mais de 90% dos casos desse tipo de câncer estão relacionados à presença do vírus HPV, sexualmente transmissível.

Então, informação e cuidado são armas poderosas na luta contra o câncer. Não esqueçam que visitas regulares ao médico também são de capital importância, afinal, o diagnóstico precoce da doença aumenta consideravelmente suas chances de cura.

Alguns tipos de câncer:

 

Câncer de mama

Câncer que se forma nas células das mamas. Para o Brasil, em 2016, são esperados 57.960 casos novos de câncer de mama, com um risco estimado de 56,20 casos a cada 100 mil mulheres. O câncer de mama pode ocorrer em mulheres e, raramente, em homens.
Os sintomas do câncer de mama incluem um nódulo na mama, secreção com sangue pelo mamilo e mudanças na forma ou textura do mamilo ou da mama. O tratamento depende da fase do câncer. Pode envolver quimioterapia, radioterapia e cirurgia.

Câncer de mama

Câncer de próstata

Homem com câncer na próstata, uma pequena glândula do tamanho de uma noz que produz o líquido seminal. Estimam-se 61.200 casos novos de câncer de próstata para o Brasil em 2016. Esses valores correspondem a um risco estimado de 61,82 casos novos a cada 100 mil homens. Alguns tipos de câncer de próstata crescem lentamente. Nesses casos, o monitoramento é recomendado. Outros tipos são agressivos e necessitam de radioterapia, cirurgia, terapia hormonal, quimioterapia ou outros tratamentos.

Câncer de próstata

Carcinoma basocelular

Tipo de câncer de pele que começa nas células basais. Esse tipo de câncer geralmente aparece como um nódulo de cera branco ou uma mancha escamosa marrom em áreas expostas ao sol, como rosto e pescoço. Os tratamentos incluem prescrição de cremes ou cirurgia para remover o câncer.

Carcinoma basocelular

Melanoma

O tipo mais grave de câncer de pele. Esperam-se 80.850 casos novos de câncer de pele não melanoma nos homens e 94.910 nas mulheres no Brasil, em 2016. Esses valores correspondem a um risco estimado de 81,66 casos novos a cada 100 mil homens e 91,98 para cada 100 mil mulheres. Quanto ao melanoma, sua letalidade é elevada; porém sua incidência é baixa (3 mil casos novos em homens e 2.670 casos novos em mulheres). As maiores taxas estimadas em homens e mulheres encontram-se na região Sul. O melanoma ocorre quando as células produtoras dos pigmentos que dão cor à pele tornam-se cancerígenas. Os sintomas podem incluir um novo nódulo anormal ou uma mudança em uma pinta existente. Os melanomas podem ocorrer em qualquer parte do corpo. O tratamento pode envolver cirurgia, radioterapia, medicamentos ou, em alguns casos, quimioterapia.

Melanona

Câncer colorretal

Câncer do cólon ou do reto, localizado na extremidade inferior do trato digestivo. Estimam-se, para 2016, no Brasil, 16.660 casos novos de câncer de cólon e reto em homens e de 17.620 em mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 16,84 casos novos a cada 100 mil homens e 17,10 para cada 100 mil mulheres.

Os casos precoces podem começar como pólipos não cancerígenos. Estes não costumam apresentar sintomas, mas podem ser detectados por exames. Por essa razão, os médicos recomendam a realização de exames para pessoas em grupos de risco ou com mais de 50 anos de idade. Os sintomas de câncer colorretal dependem do tamanho e da localização do câncer. Alguns sintomas comuns incluem alterações nos hábitos intestinais e na consistência das fezes, sangue nas fezes e desconforto abdominal. O tratamento do câncer colorretal depende do tamanho, da localização e da propagação do câncer. Tratamentos comuns incluem cirurgia para remover o câncer, quimioterapia e radioterapia.

Câncer colorretal

Câncer de pulmão

Câncer que começa nos pulmões e, na maioria das vezes, ocorre em pessoas que fumam. No Brasil, para 2016, estimam-se 17.330 de casos novos de câncer de traqueia, bronquios e pulmões entre homens e 10.890 entre mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 17,49 casos novos a cada 100 mil homens e 10,54 para cada 100 mil mulheres.

Dois tipos principais de câncer de pulmão são câncer de pulmão de células não pequenas e câncer de pulmão de células pequenas. As causas de câncer de pulmão incluem tabagismo, fumo passivo, exposição a determinadas toxinas e histórico familiar.
Os sintomas incluem tosse (muitas vezes com sangue), dor no peito, sibilo e perda de peso. Geralmente, esses sintomas aparecem apenas nas fases mais avançadas do câncer. Os tratamentos variam, mas podem incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia com drogas direcionadas e imunoterapia.

Câncer de pulmão

Leucemia

Um câncer que ocorre na formação das células sanguíneas, dificultando a capacidade do organismo de combater infecções. Para o Brasil, no ano de 2016, estimam-se 5.540 casos novos de leucemia em homens e 4.530 em mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 5,63 casos novos a cada 100 mil homens e 4,38 para cada 100 mil mulheres.

Sintomas da leucemia 

Linfoma

Câncer do sistema linfático. Estimam-se 5.210 casos novos de linfoma não Hodgkin (LNH) em homens e 5.030 em mulheres para o Brasil, no ano de 2016. Esses valores correspondem a um risco estimado de 5,27 casos novos a cada 100 mil homens e 4,88 para cada 100 mil mulheres.

O sistema linfático é a rede de combate a doenças do corpo. Inclui os gânglios linfáticos, o baço, o timo e a medula óssea. Os principais tipos de linfoma são linfoma de Hodgkin e linfoma não Hodgkin.Os sintomas incluem aumento dos gânglios linfáticos, fadiga e perda de peso.O tratamento pode envolver quimioterapia, medicamentos, radioterapia e, raramente, transplante de células-tronco.
 
Linfoma

 

 

Como se prevenir de câncer:

 

Não fume!

Essa é a regra mais importante para prevenir o câncer, principalmente os de pulmão, cavidade oral, laringe, faringe e esôfago. Ao fumar, são liberadas no ambiente mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas que são inaladas por fumantes e não fumantes. Parar de fumar e de poluir o ambiente é fundamental para a prevenção do câncer.

Alimentação saudável protege contra o câncer.

A alimentação deve ser variada, equilibrada, saborosa, respeitar a cultura e proporcionar prazer e saúde. Frutas, legumes, verduras, cereais integrais e feijões são os principais alimentos protetores. Comer esses alimentos diariamente pode evitar o desenvolvimento de câncer.

Mantenha o peso corporal adequado.

Estar acima do peso aumenta as chances de desenvolver câncer. Por isso, é importante controlar o peso por meio de uma boa alimentação e manter-se ativo. Cerca de um terço de todos os casos de câncer podem ser evitados com alimentação saudável, manutenção de peso corporal adequado e exercícios físicos.

Pratique atividades físicas diariamente.

A atividade física consiste na iniciativa de se movimentar, de acordo com a rotina de cada um. Você pode, por exemplo, caminhar, dançar, trocar o elevador pelas escadas, levar o cachorro para passear, cuidar da casa ou do jardim.

Amamente.

O aleitamento materno é a primeira alimentação saudável. A amamentação exclusiva até os seis meses de vida protege as mães contra o câncer de mama e as crianças contra a obesidade infantil. A partir de então, deve-se complementar a amamentação com outros alimentos saudáveis até os dois anos ou mais.

Mulheres entre 25 e 64 anos devem fazer um exame preventivo ginecológico a cada três anos.

As alterações das células do útero são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou), e são curáveis na quase totalidade dos casos. Por isso, é importante a realização periódica deste exame. Tão importante quanto fazer o exame é saber o resultado e seguir as orientações médicas.

Evite a ingestão de bebidas alcoólicas.

Seu consumo, em qualquer quantidade, contribui para o risco de desenvolver câncer. Além disso, combinar bebidas alcoólicas com o tabaco aumenta a possibilidade do surgimento da doença.

Evite a exposição ao sol entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar, inclusive nos lábios.

Se for inevitável a exposição ao sol durante a jornada de trabalho, use chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.

Vacine contra o HPV as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos.

O Ministério da Saúde implementou no calendário vacinal, desde 2014, a vacina contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos. A vacinação e o exame preventivo (Papanicolaou) se complementam como ações de prevenção do câncer do colo do útero. Mesmo as mulheres vacinadas, quando chegarem aos 25 anos, deverão fazer um exame preventivo a cada três anos, pois a vacina não protege contra todos os subtipos do HPV.

Em 2017, as meninas de 14 anos também foram incluídas. Além disso, o esquema vacinal do SUS foi ampliado para meninos de 11 a 14 anos.

 

Referências:

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